Ao longo deste mês de Março,
vamos fazer uma resenha sobre o dia-a-dia de Joaquim Bastinhas, dando a
conhecer o homem empreendedor e activo fora das arenas, uma área desconhecida
para a grande maioria do público e aficionados, mas com um peso e importância
de relevo, tão grande ou igual, aquela que detém e ocupa á largos anos, como
figura do toureiro do toureio a cavalo. Joaquim Bastinhas, que no passado dia 8
de Março completou 58 anos de idade, tem vivido sempre ligado ao campo e agricultura,
uma das fontes de rendimento da família há já varias gerações, sabiamente transmitida
e herdada de seu pai Sebastião Tenório, grande aficionado ao toureio, ao
cavalo, ao campo, sendo também um galgueiro de eleição, que soube cativar a
estima, o respeito e simpatia de todos, que com ele privaram. Sebastião Tenório
é sem sombra de dúvidas, o responsável e fundador da dinastia toureira com
apelido “Bastinhas”. Tendo sido cavaleiro amador, transmitiu toda a sua afición
e saber a seu filho Joaquim Bastinhas, tendo hoje já com relevo, o apelido “Bastinhas”,
continuidade assegurada nas arenas, pelo seu neto Marcos Tenório Bastinhas. Por
este e muitos outros motivos, que definem, marcam e caracterizam Joaquim e
Marcos Tenório Bastinhas como toureiros e homens distintos, tanto dentro como
fora das praças de toiros, através de e com: o Senhor Sebastião Tenório.
quarta-feira, 12 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Quando
se escuta o apelido Bastinhas, imediatamente o mesmo é associado ao toureio; a
uma figura do toureio a cavalo. No entanto Bastinhas, ou Joaquim Bastinhas,
fora das arenas representa todo um universo de actividades, dedicado á
agricultura, ao empreendedorismo de gestão, á família; uma figura emblemática,
acarinhada e respeitada em Elvas, a sua cidade berço, a qual com orgulho e
distinção sempre soube representar. Daí não ser de estranhar as muitas
homenagens de que tem sido alvo, a ultima delas, a atribuição da medalha de
ouro da cidade, a mais alta distinção, possível de atribuir a um Elvense. “ Nasci
em Elvas. Orgulho-me de ser alentejano e ter podido já representar a minha
cidade e claro o meu País, nos quatro cantos do mundo. No estrangeiro, sempre
que piso uma arena tenho sempre presente comigo, que estou a representar a
minha cidade e o meu País. Daí os meus cavalos serem entrançados com as cores
da bandeira nacional e os, ou o, primeiro dos ferros compridos desfraldar a
bandeira da minha cidade. Ao longo das 30 temporadas que levo como cavaleiro de
alternativa, sempre fui também apelidado como o cavaleiro de Elvas e isso
prova, também o orgulho e o carinho que tenho e sinto pela minha cidade.” A
“Herdade da Algramassa”, na Ajuda, é onde residem Joaquim e Helena Nabeiro
Tenório. Uma herdade planeada, conseguida, desenhada, construída e partilhada
nos sonhos, entrega, ambições e trabalho do casal, por uma actividade e forma
de estar na vida, que ambos sempre partilharam: o toureio, a agricultura, o
saber e a arte. Joaquim Bastinhas abriu as portas de um outro universo da sua
vida. O seu dia-a-dia fora das arenas, fora da temporada porque: onde há um
toureiro, existe também um Homem. Ao utilizar com alguma frequência advérbios
de modo como: “normalmente” ou “habitualmente” é ou são, a forma mais
transparente e genuína, de ir ao encontro, de uma realidade desconhecida para
muitos, sobre Joaquim Manuel Carvalho Tenório.
quarta-feira, 5 de março de 2014
Continuando a nossa visita pela herdade da “Algramassa” e focando-nos na parte agrícola da mesma, podemos observar não só toda a maquinaria agrícola, toda ela de ultima geração e parte das suas instalações de apoio, o que a tornam quase auto-suficiente, uma premissa e uma visão, que Joaquim Bastinhas defende, sendo uma forma de rentabilização importante de meios, tempo e acima de tudo recursos, que em muito contribuem para o êxito económico da sua actividade enquanto agricultor. Em sua opinião: “ o saber e a experiência que adquirimos ao longo dos anos nesta actividade, em conjunto e adaptado às novas tecnologias, contribuem para o avanço do sector, permitindo que o nosso País tenha vindo a reduzir a sua dependência do exterior, evitando a saída de divisas e permitindo que Portugal, tenha passado já de importador a exportador de diversos produtos, com qualidade, caso por exemplo, do azeite, vinhos, fruta entre outros. E pena é, que nalguns casos, a produção não chegue para a procura. No entanto acredito que estamos no bom caminho e dentro em breve esta questão, assim como outras, irão ser ultrapassadas.”
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