quarta-feira, 12 de março de 2014

Uma outra visão... sobre o apelido"Bastinhas"


Ao longo deste mês de Março, vamos fazer uma resenha sobre o dia-a-dia de Joaquim Bastinhas, dando a conhecer o homem empreendedor e activo fora das arenas, uma área desconhecida para a grande maioria do público e aficionados, mas com um peso e importância de relevo, tão grande ou igual, aquela que detém e ocupa á largos anos, como figura do toureiro do toureio a cavalo. Joaquim Bastinhas, que no passado dia 8 de Março completou 58 anos de idade, tem vivido sempre ligado ao campo e agricultura, uma das fontes de rendimento da família há já varias gerações, sabiamente transmitida e herdada de seu pai Sebastião Tenório, grande aficionado ao toureio, ao cavalo, ao campo, sendo também um galgueiro de eleição, que soube cativar a estima, o respeito e simpatia de todos, que com ele privaram. Sebastião Tenório é sem sombra de dúvidas, o responsável e fundador da dinastia toureira com apelido “Bastinhas”. Tendo sido cavaleiro amador, transmitiu toda a sua afición e saber a seu filho Joaquim Bastinhas, tendo hoje já com relevo, o apelido “Bastinhas”, continuidade assegurada nas arenas, pelo seu neto Marcos Tenório Bastinhas. Por este e muitos outros motivos, que definem, marcam e caracterizam Joaquim e Marcos Tenório Bastinhas como toureiros e homens distintos, tanto dentro como fora das praças de toiros, através de e com: o Senhor Sebastião Tenório.                     







 
 
 
 
 
 
 


 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Quando se escuta o apelido Bastinhas, imediatamente o mesmo é associado ao toureio; a uma figura do toureio a cavalo. No entanto Bastinhas, ou Joaquim Bastinhas, fora das arenas representa todo um universo de actividades, dedicado á agricultura, ao empreendedorismo de gestão, á família; uma figura emblemática, acarinhada e respeitada em Elvas, a sua cidade berço, a qual com orgulho e distinção sempre soube representar. Daí não ser de estranhar as muitas homenagens de que tem sido alvo, a ultima delas, a atribuição da medalha de ouro da cidade, a mais alta distinção, possível de atribuir a um Elvense. “ Nasci em Elvas. Orgulho-me de ser alentejano e ter podido já representar a minha cidade e claro o meu País, nos quatro cantos do mundo. No estrangeiro, sempre que piso uma arena tenho sempre presente comigo, que estou a representar a minha cidade e o meu País. Daí os meus cavalos serem entrançados com as cores da bandeira nacional e os, ou o, primeiro dos ferros compridos desfraldar a bandeira da minha cidade. Ao longo das 30 temporadas que levo como cavaleiro de alternativa, sempre fui também apelidado como o cavaleiro de Elvas e isso prova, também o orgulho e o carinho que tenho e sinto pela minha cidade.” A “Herdade da Algramassa”, na Ajuda, é onde residem Joaquim e Helena Nabeiro Tenório. Uma herdade planeada, conseguida, desenhada, construída e partilhada nos sonhos, entrega, ambições e trabalho do casal, por uma actividade e forma de estar na vida, que ambos sempre partilharam: o toureio, a agricultura, o saber e a arte. Joaquim Bastinhas abriu as portas de um outro universo da sua vida. O seu dia-a-dia fora das arenas, fora da temporada porque: onde há um toureiro, existe também um Homem. Ao utilizar com alguma frequência advérbios de modo como: “normalmente” ou “habitualmente” é ou são, a forma mais transparente e genuína, de ir ao encontro, de uma realidade desconhecida para muitos, sobre Joaquim Manuel Carvalho Tenório.    
      
























quarta-feira, 5 de março de 2014

Continuando a nossa visita pela herdade da “Algramassa” e focando-nos na parte agrícola da mesma, podemos observar não só toda a maquinaria agrícola, toda ela de ultima geração e parte das suas instalações de apoio, o que a tornam quase auto-suficiente, uma premissa e uma visão, que Joaquim Bastinhas defende, sendo uma forma de rentabilização importante de meios, tempo e acima de tudo recursos, que em muito contribuem para o êxito económico da sua actividade enquanto agricultor. Em sua opinião: “ o saber e a experiência que adquirimos ao longo dos anos nesta actividade, em conjunto e adaptado às novas tecnologias, contribuem para o avanço do sector, permitindo que o nosso País tenha vindo a reduzir a sua dependência do exterior, evitando a saída de divisas e permitindo que Portugal, tenha passado já de importador a exportador de diversos produtos, com qualidade, caso por exemplo, do azeite, vinhos, fruta entre outros. E pena é, que nalguns casos, a produção não chegue para a procura. No entanto acredito que estamos no bom caminho e dentro em breve esta questão, assim como outras, irão ser ultrapassadas.”